sábado, 31 de maio de 2014

É HOJE >>> "O quarto de Bianca" em Rio das Ostras-RJ


"O quarto de Bianca" abre, esta noite, a Mostra In-Cena, em Rio das Ostras. A apresentação será no Teatro Municipal de Rio das Ostras, às 20hs.

A Mostra, uma parceria da FETAERJ com a Prefeitura Municipal de Rio das Ostras, segue até o dia 7/6, sempre no Teatro Municipal. Vale muito conferir.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

TEATRO >>> "O quarto de Bianca"


Ontem, "O quarto de Bianca" esteve em Macaé, no Teatro Municipal, participando do Rola Teatro 2014. No próximo sábado, estaremos abrindo a Mostra In-Cena, em Rio das Ostras. Para saber mais sobre a Interferência Teatral e acompanhar a agenda do grupo, visite a página no Facebook. Para saber mais sobre "O quarto de Bianca", clique aqui.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

É HOJE! >>> "O quarto de Bianca" no Teatro Municipal de Macaé



Hoje tem "O quarto de Bianca". A apresentação acontece no Rola Teatro, uma realização da FETAERJ e da Prefeitura de Macaé. Para ler sobre o espetáculo, clique aqui.


Serviço

Quarta-feira (28/5), às 20hs
Uma realização da Interferência Teatral
Escrito e dirigido por Rafael Cal

segunda-feira, 26 de maio de 2014

TEATRO >>> "O quarto de Bianca" em Macaé-RJ (28/5)




Na próxima quarta-feira, dia 28 de maio, tem "O quarto de Bianca". A apresentação acontece no Rola Teatro, uma realização da FETAERJ e da Prefeitura de Macaé. Para ler sobre o espetáculo, clique aqui.


Sobre o espetáculo

Bianca é uma pessoa comum, dessas que se encontram por aí. Tem quase trinta anos, uma mala e sapatos sem salto. Gosta de chocolate, bala de leite e rivotril. De vez em quando, curte água mineral com gás, creme antienvelhecimento e só toma banho a cada três dias. Estudou direito, filosofia, história e biologia marinha. Largou todas. Largou tudo. Pensa quase todos os dias nas coisas que fez e, mais ainda, nas que não fez.

Bianca é a filha mais velha que volta à casa onde cresceu em “O quarto de Bianca”, novo espetáculo da Interferência Teatral. Observando o cenário de sua infância, Bianca reconta e remonta suas histórias, alterando os caminhos e construindo suas próprias novas verdades.

Partindo da ideia da desconstrução, tanto do espaço quanto da família, a companhia discute a fragilidade das relações pessoais e seus desdobramentos. Nesse processo, cabe ainda destacar as possibilidades de construção da memória e a dificuldade de estabelecer limites claros entre ficção e realidade. Tudo o que Bianca diz e faz em seu quarto pode ser uma lembrança ou uma invenção, como a história de qualquer um.


Serviço

Quarta-feira (28/5), às 20hs
Uma realização da Interferência Teatral
Escrito e dirigido por Rafael Cal  
Com Renata Egger

domingo, 25 de maio de 2014

Lona dos sonhos

Lona na Lua ensina teatro, dança e música em Rio Bonito (Foto: Marllon Lopes)



No último sábado (24), fui assistir ao novo trabalho do Lona na Lua, grupo de teatro de Rio Bonito. O grupo acabou de comemorar cinco anos de atividades e estreou o espetáculo “Minha casa, minha vida”, escrito e dirigido por Zeca Novais, com um elenco formado por adolescentes participantes do projeto cultural homônimo.

Antes de qualquer outra coisa, é bom ficar claro que serei tendencioso: o Zeca, Zé Carlos pra mim, é um amigo querido de muitos anos. Fundamos e dividimos a mesma companhia de teatro por muito tempo, a Interferência Teatral, e continuamos fazendo coisas juntos. Além disso, Rio Bonito é minha cidade, minha aldeia, e o Lona na Lua é das iniciativas mais importantes levadas a frente na cidade nos últimos 30 anos, sem dúvida. É um orgulho pra cidade e pra mim também. Assim, que fique claro desde aqui, não há possibilidade de um texto isento.

Dito isso, convido todos a assistir. A peça conta a história de Caroba, uma nordestina que descobre pela televisão que casas populares estavam sendo distribuídas no Rio de Janeiro e parte em direção à cidade. Ao chegar lá, encontra outras pessoas na mesma situação e percebe que as coisas não seriam tão simples como imaginava. O elenco, formado por atores-estudantes adolescentes dá conta da responsabilidade. Como nos outros espetáculos do Lona na Lua, há muito humor e muita música ao vivo. Mais uma vez, a produção musical fica a cargo do músico Marcelo Kaus.

Na apresentação que assisti, o espaço estava lotado e boa parte do público era de crianças. Estavam lá fascinadas, comentando com os pais, perguntando coisas, chateadas com o fim do espetáculo. É importante pensar que elas, algumas filhas de contemporâneos meus, podem ter acesso à arte na cidade. A minha geração só obteve na marra, fazendo, criando novos caminhos, até chegarmos ao que existe hoje.

É bom saber que a Lona está lá. Mas não se pode esquecer de todas as dificuldades enfrentadas no caminho e as que ainda virão. E vale lembrar que a existência do Lona na Lua depende não apenas do trabalho dos loneiros: somente com o apoio da comunidade, dos empresários e do poder público, tanto a Prefeitura quanto a Câmara, o projeto continuará dando os frutos que tem dado. Rio Bonito está fora do grande centro produtor e consumidor de arte e entretenimento e estar na periferia é uma condição que não podemos negar. Ao contrário, isso pode e deve ser a mola propulsora pra que nos tornemos mais fortes. O fato é que tem que ter apoio, patrocínio, subvenção e casa cheia toda semana, tudo junto!

Eu, de longe, torço e apoio como posso. O texto, sem nenhuma isenção como disse no início, é o mínimo que posso fazer. Espero que os rio-bonitenses possam fazer o mesmo, de perto, de longe, de todos lugares e modos possíveis. Que a Lona possa ser a casa de todos, nossa, sempre, e que cada um se sinta como parte dela. Ela já tem sido uma casa dos sonhos por esses cinco anos. Que venham mais cinco, mais dez, mais 50, mais 50 anos de casa cheia e gente sorrindo. Vida longa ao Lona na Lua!



Serviço

Minha casa, minha vida
Uma realização Lona na Lua
Texto, direção e músicas de Zeca Novais
Produção Musical de Marcelo Kaus
Produção artística de Fátima Novais e Nathália Di Vaio
Com o elenco formado pelos participantes do projeto sócio-cultural Lona na Lua

Em cartaz até o dia 8 de junho, aos sábados e domingos, às 20:30.
O Espaço Cultural Lona na Lua fica na Avenida Sete de Maio, no centro de Rio Bonito.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

"O quarto de Bianca" em Rio das Ostras (31/5)



"O quarto de Bianca" está na Mostra In-Cena de Rio das Ostras. A apresentação é no dia 31/5, no Teatro Municipal de Rio das Ostras, às 20hs. 

Para conhecer "O quarto de Bianca", clique aqui e encontre todas as postagens sobre o espetáculo que estão no blog. Se preferir, você pode encontrar um conjunto de críticas aqui.











terça-feira, 20 de maio de 2014

Blog do Vivaldi no Blogs do Além





"O Spotify, diferente de institutos de pesquisa consagrados como o Ibope, não trabalha por amostragem. Esses percentuais foram apurados utilizando dados de 100% da enorme base de usuários. Não há margem de erro. Nosso alto nível de impaciência está mais que comprovado, o que me preocupa sobre o destino da minha obra mais famosa, As Quatro Estações: os quatro concertos para violino são muito longos para o atual quadro agudo de impaciência musical. E o próprio título da obra, para um desavisado, pode dar a entender que a sua duração é de um ano."

Texto meu e do Vitor Knijnik para o Blogs do Além. Tá no site desde sexta-feira e na edição impressa da Carta Capital nas bancas. A ilustração é do mestre José Luiz Tahan.

domingo, 18 de maio de 2014

Blog do Vivaldi




"E o que dizem os dados do Spotify? Quase 25% de todas as músicas reproduzidas nos serviços são puladas nos primeiros segundos. Segura a impaciência que tem mais dados impactantes: quase metade de todas as canções são puladas antes do final. E isso não ocorre só com os discos Jorge Vercilo. Músicas que têm mais de 12 segundos escutados já podem se considerar vitoriosas. Portanto, o gênero mais apreciado no século XXI é o ringtone."

Texto meu e do Vitor Knijnik para o Blog do Vivaldi, no Blogs do Além. Vai lá ler!

terça-feira, 13 de maio de 2014

Foi-se o brilho

Queimaram a testa porque o sol era forte.
Queimaram os dedos, os pratos estavam quente.
Queimaram os pés, descalços, sobre a superfície ardente das ruas, calçadas e areia.
Queimariam a língua, um dia, quem sabe. De diversas formas, certeza, comidas e gentes.
Seus olhos brilhariam, qual fogo, como olhos de crianças que eram.
Brilhariam, pudessem ser vistos através da fumaça. Poderia se ter dito isso. Mas, antes, houve a dívida, o lençol, a casa vazia, a mordaça, o fio de telefone e o fogo. 
E nada mais brilhou.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

BLOGS DO ALÉM: Filipe IV



"A Justiça tem caminhos muito tortuosos. Ao menos, é a minha experiência. Como rei, enfrentei a ira de portugueses e catalães insatisfeitos, invasões holandesas ao Brasil e a Guerra dos 30 Anos. Naquela época, diferentemente de hoje, não era tão fácil convencer alguém a sair na rua e matar pessoas. Os tempos eram outros e não tínhamos jornalistas carismáticos com discurso conservador ou postagens nas redes sociais exaltando a violência."

O Blog do Filipe IV é meu e do Vitor Knijnik e está disponível na edição impressa da Carta Capital e aqui

sábado, 10 de maio de 2014

Blog do Filipe IV



"Pai de 13 filhos legítimos e de 32 bastardos e Rei de Espanha, de Portugal, de Nápoles, da Sicília, da Sardenha, Rei titular de Jerusalém e Rei dos Países Baixos. Esse último estava óbvio desde o começo da apresentação."


Texto meu e do Vitor Knijnik para o Blogs do Além. Para ler a versão completa, clique aqui.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

"A árvore" na Boca Escancarada




"A árvore" foi publicado na revista literária paraibana Boca Escancarada. Queria agradecer ao carinho da Lizziane Azevedo e do André Sérgio Trigueiro, editores da revista, comigo e com o texto. Dá pra ler o texto integral aqui.

A Boca Escancarada está no seu segundo ano e indo pra quinta edição, com chamada aberta. Nasceu em Monteiro e circula, principalmente, na Paraíba. Mas, se você curte um trabalho de literatura independente e não mora na Paraíba, eles têm uma política de assinaturas bem legal e pode receber pelo correio. Assinando ou não, vale conferir o trabalho.

domingo, 4 de maio de 2014

BLOGS DO ALÉM: Barão de Mauá



"Ando muito preocupado com a situação das coisas. Em um ano eleitoral e com a persistente crise mundial, acho muito importante pensar nos milhares de mauazinhos que estão perdidos por aí, tentando iniciar seu negócio próprio. Conheço as dificuldades desse mundo, fui empreendedor durante o período no Brasil Império, época que o empreendedorismo não desfrutava do prestigio que tem hoje. Criei, por exemplo, a Companhia Fluminense de Transporte. Sem apoio da Unimed e sem apelar para o STJD."

O texto é meu e do Vitor Knijnik para o Blogs do Além. O Blog do Barão de Mauá está aqui e na edição impressa da Carta Capital. Curta também a página no Facebook.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Blog do Barão de Mauá




"Fui o primeiro grande empreendedor do Brasil, atuando em vários setores da economia. Meu nome é Irineu Evangelista de Souza, mas fiquei mais conhecido como Barão de Mauá por sempre fazer as seguintes perguntas: 'que mal há em abrir um banco?', 'que mal há em criar indústrias?', e assim por diante."

A ilustração é do mestre José Luiz Tahan e o texto é meu e do Vitor Knijnik. O Blog do Barão de Mauá está aqui e na edição impressa da Carta Capital. Para ler outros Blogs do Além, clique aqui. Você também pode curtir a página no Facebook e receber as postagens novas clicando aqui.


quinta-feira, 1 de maio de 2014

"A bailarina ou O inventário dos guardados na caixinha de música" no 4º FETAERJ em Cena Curta



O  "A bailarina ou O inventário dos guardados na caixinha de música" foi um dos selecionados para o 4º FETAERJ em Cena Curta, festival de esquetes. A apresentação é nesta quinta-feira (01/05), no Teatro Armando Gonzaga, em Marechal Hermes. Os trabalhos serão abertos às 19hs e será um prazer ver gente querida por lá.

Sobre o esquete, aqui tem a opinião do crítico Leonardo Simões. Para saber mais sobre a Interferência Teatral,clique aqui.