quarta-feira, 29 de maio de 2013

Última chamada para o Blog do Dom João VI




"Dizem que a Abertura dos Portos às Nações Amigas foi apenas para favorecer os ingleses. Não tenho culpa se, na época, Portugal não tinha uma base aliada com tantos amigos."

Texto meu e do Vitor Knijnik para o Blogs do Além. E a ilustração sensacional é do J. L Taham.

terça-feira, 28 de maio de 2013

"Não foi por causa dos churros" no Mundo Mundano


Lembrava apenas de um fim de tarde: enquanto ele fumava com os amigos, ela comia churros recheados com doce de leite no carrinho parado à porta do colégio. [continuar lendo]


"Não foi por causa dos churros" foi publicado hoje no Mundo Mundano.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Blog do Dom João VI




"Sempre tive certeza das ligações entre Brasil e Portugal. Inspirado em nossa fuga aos 48 minutos do segundo tempo de Portugal, durante a invasão napoleônica, o Senado aprovou a MP dos Portos a quatro horas e meia de perder a validade. O timing para as coisas é o mesmo, perfeito, capaz de transformar qualquer episódio monótono em aventura. Só faltou uma velha louca que nem a minha mãe gritando no Congresso."

O texto é meu e do Vitor Knijnik e você pode encontrá-lo completo aqui.

sábado, 25 de maio de 2013

Blogs do Além: Dom João VI






"A abertura dos portos às nações amigas, como se sabe, impulsionou a independência do Brasil. A MP dos Portos não sei se provocará efeito maior. Mas pelo menos já produziu cenas inéditas: deputados trabalhando até de madrugada.

A MP provocou uma discussão entre ex-governadores, agora deputados, que me fez pensar sobre a Europa do século XIX. Fiquei imaginando Napoleão e George III batendo boca sobre chefia de quadrilha e credibilidade moral. Aí entendo a nostalgia das pessoas: não sei se o passado era realmente melhor, mas a Batalha de Trafalgar tinha cenas menos insólitas."




Blog do Dom João VI sobre a MP dos Portos no Blogs do Além desta semana. O texto é meu e do Vitor Knijnik e tá na Carta Capital e em http://blogsdoalem.com.br/joaovi/ .


quinta-feira, 9 de maio de 2013

Breve intervalo nos dramas cotidianos: O dia em que eu não nasci



"Em 'O dia em que eu não nasci' (Das lied in mir, no original), do germano-israelense Florian Micoud Cossen, Maria é argentina e seus pais biológicos foram levados pela ditadura argentina. Ela, sequestrada pelo estado, foi entregue a uma família alemã. Maria não fala uma palavra em espanhol, mas reconhece uma canção no aeroporto de Buenos Aires e mergulha num espiral de descobertas. O filme é uma jornada em busca da identidade."

Texto publicado no obvious: